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ELEIÇÕES 2026: TRABALHADOR, VALORIZE SEU VOTO E CONHEÇA QUEM DEFENDE SEUS DIREITOS

Escolha de deputados, senadores, governador e presidente terá impacto direto sobre direitos trabalhistas, empresas públicas, proteção de dados e soberania nacional

No dia 4 de outubro, o Brasil irá às urnas para escolher presidente da República, governador, dois senadores, deputados federais e deputados estaduais.

Para a classe trabalhadora, eleição também é momento de memória e responsabilidade.

Antes de votar, é importante conhecer a trajetória de cada candidatura, verificar posicionamentos, projetos e votações e observar quem efetivamente esteve presente quando os direitos dos trabalhadores estiveram em discussão.

Não basta o discurso eleitoral.

É legítimo que cada trabalhador procure saber, por exemplo, como seus representantes se posicionaram diante da Reforma Trabalhista — Lei nº 13.467/2017 — e de outras propostas que alteraram ou podem alterar direitos, relações de trabalho, negociação coletiva e proteção social.

CONGRESSO NACIONAL DECIDE SOBRE NOSSOS DIREITOS

Deputados federais e senadores participam diretamente da elaboração e alteração das leis brasileiras. O Senado possui ainda importantes atribuições constitucionais próprias, e em 2026 cada eleitor poderá escolher dois senadores.

Por isso, a categoria deve acompanhar com atenção as candidaturas ao Congresso Nacional, assim como as candidaturas a deputado estadual, governador e presidente.

O voto é individual e livre. Mas a informação sobre o histórico de cada candidato também precisa fazer parte dessa decisão.

EMPRESAS PÚBLICAS TÊM FUNÇÃO SOCIAL

Para os trabalhadores de Tecnologia da Informação, outro ponto merece atenção especial: a defesa das empresas públicas estratégicas e da capacidade tecnológica do Estado brasileiro.

A Constituição estabelece que a atuação empresarial direta do Estado pode ocorrer quando necessária à segurança nacional ou a relevante interesse coletivo.

A Lei nº 13.303/2016 é ainda mais direta: seu artigo 27 determina que empresas públicas e sociedades de economia mista possuem função social ligada ao interesse coletivo ou ao atendimento de imperativo da segurança nacional.

Portanto, avaliar uma empresa pública exclusivamente pelo lucro é insuficiente para compreender sua função legal e social. Também devem ser considerados o interesse público, os serviços prestados à população, a tecnologia, a continuidade dos serviços e a segurança das informações.

DADOS, PRIVACIDADE E SOBERANIA

A Constituição Federal reconhece a proteção dos dados pessoais, inclusive nos meios digitais, como direito fundamental.

E a Estratégia Nacional de Cibersegurança coloca expressamente entre seus eixos a proteção dos cidadãos, a segurança dos serviços essenciais e das infraestruturas críticas e a soberania nacional.

Para nossa categoria, isso tem significado especial.

Processamento de dados, segurança cibernética e proteção das informações públicas são questões de Estado e de soberania.

Nossa privacidade é direito.
Nossa segurança digital é liberdade.
E tecnologia estratégica também é patrimônio da sociedade brasileira.

ANTES DE VOTAR, CONHEÇA O HISTÓRICO

O SINDPD-PR reforça a importância de cada trabalhador pesquisar e comparar as candidaturas.

Veja quem esteve presente na defesa dos direitos trabalhistas. Consulte posições sobre empresas públicas, negociação coletiva, emprego, previdência, proteção de dados, segurança cibernética e soberania tecnológica.

Não entregue seu voto apenas a uma promessa. Conheça a história, os votos, os projetos e os compromissos de cada candidatura.

Trabalhador informado fortalece a democracia e a defesa dos seus direitos.

FONTES OFICIAIS

– Tribunal Superior Eleitoral (TSE) — Eleições Gerais de 2026 e cargos em disputa.
– Constituição Federal — arts. 5º, LXXIX, e 173.
– Lei nº 13.303/2016, art. 27 — função social das empresas públicas e sociedades de economia mista.
– Decreto nº 12.573/2025 — Estratégia Nacional de Cibersegurança (E-Ciber).
– Lei nº 13.467/2017 — alterações na Consolidação das Leis do Trabalho.Essa versão está mais adequada para publicação institucional no site, inclusive porque sustenta as afirmações sobre empresas públicas, proteção de dados e soberania com a Constituição e legislação federal, evitando frases que possam parecer apenas opinião política.

 

Diretoria Colegiada SindpdPR.

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